Legislador brasileiro pede a criminalização do jogo ilegal

O deputado Jorge Goetten instou o governo a tomar medidas mais duras contra operadores não licenciados.
Pontos-chave:
– O deputado Jorge Goetten se reuniu com o secretário da SPA, Régis Dudena, para discutir o Projeto de Lei 5144/2023
– A proposta criminaliza as operações de apostas e atividades de marketing por operadores não autorizados
– Goetten argumenta que a atividade não licenciada prejudica a credibilidade do mercado regulamentado
O congressista brasileiro Jorge Goetten está pressionando o governo federal a criminalizar o jogo ilegal.
Ele se reuniu com Régis Dudena, secretário de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda (SPA), para avançar na discussão sobre o Projeto de Lei 5144/2023. O SPA é o órgão que supervisiona as operações de apostas no país.
O projeto de lei, de autoria de Goetten, propõe definir como crime tanto a cobrança de apostas quanto quaisquer ações de publicidade, propaganda ou marketing realizadas em nome de operadores não licenciados.
Ele ressaltou que, embora a regulamentação do mercado seja um passo positivo, a criminalização é necessária para garantir a fiscalização e proteger os operadores compatíveis.
“Sem punição, as operadoras sérias acabam pagando pelas ruins, o que compromete a credibilidade e o equilíbrio do mercado”, disse Goetten.
O Brasil já legalizou as apostas esportivas com probabilidades fixas no início deste ano, enquanto o Projeto de Lei 2.234/22 continua em análise no Congresso.
É bom saber: uma cidade brasileira aprovou uma lei local autorizando operações de cassinos, antecipando o debate federal
Essa proposta também inclui a legalização de cassinos, salas de bingo, vídeo bingo, corridas de cavalos e o tradicional jogo do bicho, um jogo parecido com uma loteria que é popular no Brasil.
A pressão pela criminalização reflete a preocupação em Brasília de que o crescente mercado regulamentado permaneça sob pressão de operadores ilegais generalizados, a menos que ferramentas de fiscalização mais fortes sejam introduzidas.