Polícia do Rio analisará evidências de influenciadores vinculados a apostas ilegais

Pontos-chave:
– Influenciador brasileiro preso após arma de fogo encontrada em sua casa
– Ele é suspeito de uma operação sobre publicidade ilegal de jogos de azar
– Outros suspeitos na investigação incluem grandes nomes nacionais Bia Miranda
A Polícia Civil do Rio de Janeiro começará a analisar materiais apreendidos durante a operação da semana passada contra influenciadores suspeitos de promover jogos de azar online ilegais.
As autoridades dizem que os alvos acusados movimentaram cerca de BR40 milhões ($7,1 milhões) em dois anos.
Nos próximos dias, os investigadores planejam ouvir depoimentos de vários dos investigados, incluindo os influenciadores Bia Miranda e Maurício Martins Júnior, conhecido como Maumau, que tem mais de 3 milhões de seguidores online.
Em um vídeo postado nas redes sociais, Maumau disse que sua prisão ocorreu porque a polícia encontrou uma arma de fogo em sua casa, que ele alegou ter sido um presente de um amigo após um vídeo de tiro no ano passado.
Ele afirmou que não sabia que a arma tinha um número de série desfigurado e que havia sido armazenada em uma caixa de sapatos sem uso desde então.
De acordo com Maumau, a polícia estava cumprindo um mandado de busca relacionado a outro relatório policial, envolvendo uma empresa que, segundo ele, não tinha relação com ele.
É bom saber: o influenciador foi preso em Arujá, cidade de São Paulo, na última quinta-feira
Segundo ele, quando perguntado sobre dinheiro, drogas ou objetos de valor, ele disse aos policiais que não tinha nenhum e entregou voluntariamente a arma.
O influenciador negou que sua prisão estivesse ligada à atividade de jogos de azar, dizendo que trabalhou com uma empresa de apostas por dois anos que é “100% legalizada”.
Ele acrescentou que sua função na empresa se limita à publicidade e que ele não recebe nenhuma parcela da perda de seguidores.