Brasil: Defensoria Pública apoia regulamentação de apostas, mas pede limites de publicidade

Pontos-chave:
– A Defensoria Pública apoiou a Lei de Apostas do Brasil em um processo na Suprema Corte
– Solicitou restrições à publicidade e conscientização sobre jogos de azar saudáveis
Em uma audiência na Suprema Corte, a Defensoria Pública da União (DPU) do Brasil, a Defensoria Pública, expressou seu apoio à lei de regulamentação de apostas do país, conhecida nacionalmente como Lei das Apostas, ao mesmo tempo em que pediu restrições à publicidade e proteções sociais mais fortes para os apostadores.
A DPU defendeu a continuidade das apostas legais no Brasil, desde que incluam “restrições, como limites de publicidade e opções obrigatórias de tratamento para pessoas que lutam contra o vício. ”
Foi o que mencionou modelos semelhantes em países como Reino Unido, Espanha e Portugal, onde a responsabilidade compartilhada é usada para proteger populações vulneráveis.
O documento também criticou propostas recentes de legisladores para remover benefícios sociais, como o Bolsa Família, de indivíduos que fazem apostas, chamando a sugestão de punitiva e ineficaz.
É bom saber: uma segunda contestação constitucional, apresentada pelo Procurador-Geral do país, afirma que as apostas online devem ser classificadas como uma atividade de loteria, que no Brasil é reservada para operação federal, e busca invalidar totalmente a lei
Ambas as ações legais estão atualmente paralisadas na Suprema Corte do Brasil, sem retorno programado.
Um tópico recente de discussão foi o fato de os beneficiários da previdência social brasileira estarem gastando uma quantidade significativa de ajuda governamental, como o Bolsa Família, em plataformas de apostas.
A intervenção da DPU aborda diretamente essas preocupações, exigindo uma abordagem mais equilibrada que proteja os usuários sem penalizar os que correm maior risco.