IBJR apoia medida do governo que proíbe fundos de previdência social em apostas online

Pontos-chave:
– O IBJR apoiou publicamente a proibição do uso de benefícios do Bolsa Família e do BPC para apostas
– A organização ressaltou que as apostas devem ser vistas como entretenimento, não como fonte de renda
– O IBJR também destacou a necessidade de fortalecer a ação contra plataformas ilegais que deixam os jogadores desprotegidos
O Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR) endossou publicamente a nova regra do governo que impede que os beneficiários do Bolsa Família e do Benefício de Pagamento Continuado (BPC) usem fundos de previdência social para apostas online.
De acordo com a associação, o jogo deve ser tratado apenas como uma forma de entretenimento pago, nunca como uma fonte de renda ou investimento. De fato, o IBJR argumentou que a consciência financeira é fundamental para garantir que os jogadores entendam os riscos envolvidos e a importância do jogo responsável, afirmando que “os recursos destinados à subsistência nunca devem ser usados para apostar. ”
O grupo acredita que a proibição representa uma camada extra de proteção para jogadores vulneráveis e ajuda a construir um ecossistema de apostas sustentável e responsável no Brasil.
O IBJR também sublinhou que os operadores ilegais continuam sendo um risco significativo, alertando ainda que as medidas restritivas por si só não são suficientes, já que sites não licenciados continuam operando sem oferecer proteção ao consumidor, deixando os jogadores expostos.
É bom saber: o Brasil lançou recentemente uma plataforma de denúncias anônimas sobre manipulação de resultados
O fortalecimento da fiscalização e da supervisão regulatórias, acrescentou, é essencial para enfrentar esse desafio contínuo.
Em outros lugares, o IBJR também lançou o BetAlert no mês passado, uma nova ferramenta projetada para ajudar os consumidores a identificar quais plataformas de apostas online são regulamentadas no Brasil, permitindo que os jogadores verifiquem se um site está devidamente licenciado pelo Ministério da Fazenda com o objetivo de reduzir os riscos vinculados a operadores não regulamentados.