Três influenciadores brasileiros têm casas invadidas por causa do escândalo ‘Fortune Tiger’

Pontos-chave:
– Três influenciadores de mídias sociais tiveram suas casas invadidas pela polícia no Brasil
– Todos eles são suspeitos de estarem envolvidos no escândalo ‘Fortune Tiger’, que fraudou jogadores brasileiros
– A polícia estima que o dinheiro arrecadado por meio das promoções ilegais seja de cerca de R$10 milhões ($1,9 milhão)
A polícia da cidade brasileira de Parnaíba invadiu as casas de três influenciadores de mídia social que estão sob investigação em relação ao escândalo em andamento do “Jogo do Tigrinho” ou “Fortune Tiger”.
Desde 2024, os cibercriminosos comercializam uma versão falsa do jogo de caça-níqueis móvel PG Soft para jogadores brasileiros e a usam para roubar seu dinheiro.
A popularidade viral do jogo foi alcançada em parte por meio de parcerias ilícitas com celebridades influenciadoras da mídia social no país que promoveram o jogo, sugerindo que havia táticas pelas quais os jogadores poderiam ganhar dinheiro de forma sustentável com o caça-níqueis.
Na manhã de 11 de setembro, a polícia atacou as casas de Thaisa Costa Machado, Tereza Iva Gomes Freitas e Emília Magalhães Brito, nenhuma das quais foi presa, embora tenham recebido intimações.
A chefe de polícia Ayslan Magalhães denunciou as promoções dos jogos falsos que “prometem vitórias rápidas com dinheiro real”. ”
Ele acrescentou: “Essas plataformas operam sem autorização oficial, sem transparência ou auditoria, fora da lei, como cassinos online. ”
É bom saber: entre eles, os três influenciadores tiveram seguidores nas redes sociais totalizando mais de um milhão de pessoas
Vários itens, incluindo carros, itens de luxo e documentos, foram apreendidos na operação chamada Laverna, em homenagem à deusa romana dos ladrões.
A polícia alega que as promoções lideradas por influenciadores terão gerado cerca de R$10 milhões ($1,9 milhão) em fundos ilegais.
Uma declaração da equipe jurídica de Emília Brito deixa claro que ela está cooperando com a polícia e nega que a influenciadora tenha agido sem respeitar a lei.