HG Vora processa a Penn Entertainment por redução de assentos no conselho

A denúncia alega que os interesses dos acionistas estão sendo violados.
Pontos-chave:
– O processo também alega que Penn não cumpriu as leis federais de valores mobiliários
– Também está buscando invalidar a redução do Conselho
A Penn Entertainment está sendo processada pela HG Vora Capital Management no Tribunal Distrital dos Estados Unidos para o Distrito Leste da Pensilvânia em relação à redução de assentos no Conselho de Administração.
A HG Vora alega que a Penn Entertainment violou os interesses dos acionistas quando decidiu reduzir o número de assentos eleitos de três para dois na próxima Reunião Anual de Acionistas de 2025 da operadora.
A denúncia também alega que a Penn não cumpriu as leis federais de valores mobiliários ao ignorar as regras universais de procuração e incluir informações enganosas ou imprecisas nos materiais apresentados à SEC para a Reunião Anual.
Junto com a demanda, a HG Vora está buscando uma medida declaratória para invalidar a redução do Conselho de Administração e permitir que os acionistas elejam os três indicados independentes propostos: William J. Clifford, Johnny Hartnett e Carlos Ruisanchez para o Conselho.
Isso segue a discussão que aconteceu há algumas semanas, quando a Penn Entertainment anunciou duas indicações para seu Conselho de Administração, que incluía apenas Johnny Hartnett e Carlos Ruisanchez, e levou a uma discussão entre as duas empresas.
HG Vora afirmou que a manipulação do conselho da empresa estabelece um abuso da democracia dos acionistas, o que favorece os atuais membros do conselho, particularmente o presidente e o CEO.
Também declarou que mudanças substanciais são necessárias para restaurar a responsabilidade.