Projeto de lei de Minas Gerais busca restringir máquinas de jogos de azar em bares e comércios locais

Pontos-chave:
– Bill limita as máquinas de jogo a locais de loteria oficialmente licenciados
– Bares e restaurantes podem ser multados ou fechados por violações
– Todos os equipamentos devem ser auditáveis e monitorados em tempo real
A Assembleia Legislativa de Minas Gerais apresentou um novo projeto de lei com o objetivo de restringir as atividades de jogo em empresas locais em todo o estado.
O projeto de lei, apresentado pelo deputado Alencar da Silveira Jr., busca reforçar o controle sobre o uso de máquinas de jogos e equipamentos de loteria em bares, restaurantes e locais similares.
Embora o rascunho original propusesse a proibição total de terminais de apostas em estabelecimentos não dedicados, a versão atualizada aprovada pelo Comitê de Constituição e Justiça do estado agora limita seu uso a lojas lotéricas oficialmente licenciadas.
Eles devem operar sob autorização federal, estadual ou municipal e cumprir rigorosos requisitos de monitoramento.
De acordo com a lei proposta, todos os terminais de loteria de vídeo e dispositivos similares precisariam se conectar a um sistema central de monitoramento acessível em tempo real pelos reguladores.
Bares e restaurantes só poderiam oferecer equipamentos de apostas físicas certificados produzindo ingressos impressos, enquanto as apostas online com probabilidades fixas, comumente chamadas de “cassinos virtuais”, permaneceriam proibidas.
É bom saber: o prefeito de Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, propôs um corte de impostos sobre apostas com o objetivo de atrair operadoras licenciadas para o estado
As violações podem resultar em multas diárias de 10.000 unidades fiscais estaduais e os estabelecimentos que não cumpram dentro de 60 dias da promulgação podem ser fechados temporariamente.
O projeto agora segue para outras comissões legislativas para debate antes de ir para o plenário.
Juntamente com iniciativas de transparência semelhantes, a medida faz parte de um esforço estatal para equilibrar a liberdade econômica com a responsabilidade social nos setores de jogos e entretenimento.