Preferências de apostas esportivas do Brasil: o futebol lidera

Um novo estudo oferece um panorama detalhado de como os brasileiros se envolvem com as apostas esportivas e os resultados destacam a tradição e a transformação no cenário do país.
A pesquisa on-line, que incluiu 1.000 participantes com mais de 18 anos (apostadores e não apostadores), mostra uma hierarquia clara entre os mercados preferenciais, com uma diferença significativa entre os esportes mais bem classificados e o resto da lista.
No topo, o futebol masculino continua sendo o líder indiscutível, escolhido por 76% dos entrevistados. O peso cultural do esporte, a presença na mídia e o calendário anual continuam garantindo sua primazia em todas as plataformas.
O futebol feminino, no entanto, se destaca por seu rápido crescimento, agora a segunda opção mais popular, com 31%, e destaca um padrão mais amplo de maior visibilidade, profissionalização e engajamento.
Os esportes tradicionais completam as próximas posições no ranking, com o basquete preferido por 23% dos apostadores e o vôlei por 19%.
Essas categorias mantêm um público forte no Brasil e aparecem consistentemente em plataformas de apostas regulamentadas devido às suas competições estruturadas e à frequência constante de partidas.
Além dos favoritos estabelecidos, a pesquisa revela a sólida ascensão de segmentos fortemente ligados aos ecossistemas digitais e de entretenimento.
O pôquer aparece com 17%, o MMA com 15% e o e-sports com 12%, números que refletem o comportamento de grupos demográficos mais jovens que estão mais familiarizados com plataformas on-line, influenciadores e ambientes de streaming onde esses eventos prosperam.
Os dados também indicam uma diversificação contínua do mercado de apostas, à medida que os consumidores buscam formatos que ofereçam imediatismo e engajamento voltado para a comunidade.
Mais abaixo no ranking, esportes com uma base de fãs global considerável parecem menos importantes para os hábitos de apostas. O automobilismo, incluindo Fórmula 1 e Rally, registrou apenas 9%, empatado em 13º lugar e longe dos dez primeiros.
Embora essas categorias mantenham seguidores apaixonados, seus volumes de apostas permanecem modestos, provavelmente devido a menos eventos, representação nacional limitada e estruturas competitivas mais complexas.